Não sei se é vingança, se é não sei porquê, mas é muito feio o que andas a fazer comigo.
Pegas nas minhas fragilidades e apertas ao máximo os meus medos até os deixar numa pasta homogénea que pisas com um força de leão.
Entreguei-te todo o percurso de uma vida e todos os segredos que guardava numa bandeja de prata e tu atira-los do alto dum prédio em modos de propaganda festiva.
Não se faz isso com quem se ama, muito menos com quem nos ama. E se te amo… Projectei em ti todo o idealismo guardado de tempos de infância, quando para nós os vinte anos são algo distante e inimaginável. Mas o meu futuro passou por ti.
E tu passaste pela minha vida como um furacão deixando tudo do avesso e fora do sítio.
A culpa foi minha, eu sei. Confiei em ti desde o primeiro minuto porque me sentia segura contigo, mas acho que o meu sexto sentido bloqueia quando estou ao pé de ti, e a agulha da minha bússola se orienta pelo sul.
É assim que me sinto sempre que te vejo chegar, não sei porque razão és algo de tão especial e ao mesmo tempo tão nocivo para mim.
Eu sei de tudo isto, já mentalizei isto vezes sem conta, passei a limpo todas estas ideias a letras garrafais para ver se entendia melhor.
Mas é sempre assim, tu chegas e estendes-me a mão e eu vou contigo. Porque embora tenha um coro de vozes inventadas a gritarem “não vás por aí”, seguirte-ei sempre.
Pegas nas minhas fragilidades e apertas ao máximo os meus medos até os deixar numa pasta homogénea que pisas com um força de leão.
Entreguei-te todo o percurso de uma vida e todos os segredos que guardava numa bandeja de prata e tu atira-los do alto dum prédio em modos de propaganda festiva.
Não se faz isso com quem se ama, muito menos com quem nos ama. E se te amo… Projectei em ti todo o idealismo guardado de tempos de infância, quando para nós os vinte anos são algo distante e inimaginável. Mas o meu futuro passou por ti.
E tu passaste pela minha vida como um furacão deixando tudo do avesso e fora do sítio.
A culpa foi minha, eu sei. Confiei em ti desde o primeiro minuto porque me sentia segura contigo, mas acho que o meu sexto sentido bloqueia quando estou ao pé de ti, e a agulha da minha bússola se orienta pelo sul.
É assim que me sinto sempre que te vejo chegar, não sei porque razão és algo de tão especial e ao mesmo tempo tão nocivo para mim.
Eu sei de tudo isto, já mentalizei isto vezes sem conta, passei a limpo todas estas ideias a letras garrafais para ver se entendia melhor.
Mas é sempre assim, tu chegas e estendes-me a mão e eu vou contigo. Porque embora tenha um coro de vozes inventadas a gritarem “não vás por aí”, seguirte-ei sempre.