E eu prometo rezar-te uma novena de beijos tardios, de joelhos, e mãos enlaçadas nos nós dos teus dedos.
28.5.10
12.5.10
Agramatical
Viro a página e encontro-te pendurado no fim de um parágrafo.
Caminhas ao de leve numa frase declarativa. Saltitas nos pontos de uma reticências. Afastas dois verbos intransitvos e sentas-te de pernas baloiçantes na meia lua de um parêntesis.
Fecho o livro aborrecida e arrumo-o na estante de madeira talhada.
Não adiantam as tuas artes circenses quando o verbo se encontra no pretérito imperfeito.
Venho o que vier, nunca vi amor tão agramatical!
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