14.11.05

Da Paz, do Amor e do Ódio


As cartas rasgadas em cima da cama
Mostravam aquilo que a alma escondia
O luto nos olhos de quem não sabia
Que o amor não mede a dor de quem ama

A incerteza das palavras que não foram ditas
E por isso mataram o que nunca viveu
O sonho desfeito nas mãos interditas
Que tocam e ferem tudo o que é teu


O coração acalmava agora
Depois da luta interna parada.
Os batimentos fraquejavam e por fora
Só o ódio assassino ainda restava.


A paz havia sido corrompida
Já nada se media em função da felicidade
Só restava o silêncio…e a vida…
Essa acabaria em fatalidade

2 comentários:

Anónimo disse...

Olaaa =)
Bem n poxo dizer mt sobre ti pk konhexu-te à 5 minutux (maix ou menux)...max axo k éx mt fixe e expero k poxamox xer boax amigax =)
Kuanto ao teu fotolog...ta demaix...axerio...AMEI...ox poemax...ax imagenx...ta td lindo...axerio! =)

Bjinhux da jOjO =P ***

Anónimo disse...

Devias acreditar mais em ti...Escreves coisas lindas, sabes como tocar as pessoas. Beijo