
E se fossemos falar de coisas sérias?
Dos teus segredos mais bem guardados.
Das fragilidades que teimas em esconder.
Da tua perfeita imperfeita perfeição.
E agora que estamos a falar de coisas sérias…
Se contasses como roubas opiniões?
Se mostrasses a todos o que trazes na bagagem?
Ou a bagagem que trazes dentro de ti.
Vais mostrar? Os baús cheios de farrapos.
Cheios de sonhos vendidos ao desbarato.
Cheios de bugigangas e futilidades coloridas.
Cheios de ti, em cada pedaço.
Não queres mostrar?
Não baixes o olhar, nem mordas os lábios.
Porque esse arrependimento ensaiado ao espelho já não resulta.
Deixou de surtir efeito, depois da overdose de gestos falsos.
Não balances as pernas, que não és a menina que querias ser.
Já não brilhas. És baça como uma parede de cimento.
E surpreendente. E imprevisível.
E eu que te conheço. Que te li por dentro como mais ninguém.
Trago-te cá dentro como algo raro e valioso.
Eu que te vejo sem truques, nem ilusionismos.
Dos teus segredos mais bem guardados.
Das fragilidades que teimas em esconder.
Da tua perfeita imperfeita perfeição.
E agora que estamos a falar de coisas sérias…
Se contasses como roubas opiniões?
Se mostrasses a todos o que trazes na bagagem?
Ou a bagagem que trazes dentro de ti.
Vais mostrar? Os baús cheios de farrapos.
Cheios de sonhos vendidos ao desbarato.
Cheios de bugigangas e futilidades coloridas.
Cheios de ti, em cada pedaço.
Não queres mostrar?
Não baixes o olhar, nem mordas os lábios.
Porque esse arrependimento ensaiado ao espelho já não resulta.
Deixou de surtir efeito, depois da overdose de gestos falsos.
Não balances as pernas, que não és a menina que querias ser.
Já não brilhas. És baça como uma parede de cimento.
E surpreendente. E imprevisível.
E eu que te conheço. Que te li por dentro como mais ninguém.
Trago-te cá dentro como algo raro e valioso.
Eu que te vejo sem truques, nem ilusionismos.
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