São nestes momentos sozinhos que me aquieto e te relembro.A tua voz pausada, inundada de mansidão.
As mãos quais novelos de afectos.
Os chás tardios com uma manta e uma confissão no colo.
O meu olhar sereno encaracolando no teu cabelo.
Apesar dos anos que passaram ainda sinto o teu cheiro a fruta nas minhas almofadas, ou se calhar eu é que ainda o tenho naquele cantinho misterioso da memória…
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