Uma estrela pousou na cauda do dia. A luz só se via através do manto negro roído pelo tempo.
Os nossos pés estendidos ao longo da estrada que se fazia longa há várias horas.A casa ao fundo. As mão atadas, a minha com a tua. E no peito uma agulha chamada pressentimento.
A voz calada. O olhar avesso aos olhos. Um rufar de tambores dentro do corpo.
Passei os dias a enviar-te sinais de luzes, não posso mais conter o acidente.

Sem comentários:
Enviar um comentário