Tudo em ti é tão fresco e doce que só contigo é que estou feliz. Apetece-me saborear-te com tempo, sem pressas e planos. Os momentos contigo não são perdidos, são investidos.
Aprendo contigo a ser uma pessoa melhor, mais calma e tolerante.
Adoro a forma como me olhas com olhos de ver, me estudas e me lês como um livro que te fascina. Folheias cada página sem pressa e com cuidado, absorvendo cada palavra.
Não sei porque é que te encontrei e fiquei logo contigo gravado em mim, para sempre, como fica uma pegada no cimento. Marcaste-me de tal forma, que a tua permanência me toca de toda as feições possíveis e imaginárias.
A primeira vez que os meus olhos tropeçaram em ti foi naquele bar de praia onde cantavas com a alma que se reproduzia na tua voz rouca e afinada. Os teus dedos percorriam as cordas da guitarra como quem dedilhava o corpo de uma mulher que deseja. Os olhos fechados viam mais longe que qualquer um dos outros que se fixaram em ti. Soube desde aí que só podias ser meu.
E hoje que aqui estás ao meu lado, e dormes serenamente, percebi que te amo e te quero. Que sem ti eu estou em falta.
Encaixamos na perfeição, como duas metades da mesma concha. E já não me habituo a não te ter, a não ter o teu cheiro a fruta nos meus lençóis, aos post-its no frigorífico, às mensagens no espelho depois do banho…
Não deixes que o tempo apague da memória a nossa história, nem que os teus olhos verdes deixem de olhar na mesma direcção que os meus. E como dizia a Pam tu és o Pedro da minha vida. Para sempre e sem restrições.
Aprendo contigo a ser uma pessoa melhor, mais calma e tolerante.
Adoro a forma como me olhas com olhos de ver, me estudas e me lês como um livro que te fascina. Folheias cada página sem pressa e com cuidado, absorvendo cada palavra.
Não sei porque é que te encontrei e fiquei logo contigo gravado em mim, para sempre, como fica uma pegada no cimento. Marcaste-me de tal forma, que a tua permanência me toca de toda as feições possíveis e imaginárias.
A primeira vez que os meus olhos tropeçaram em ti foi naquele bar de praia onde cantavas com a alma que se reproduzia na tua voz rouca e afinada. Os teus dedos percorriam as cordas da guitarra como quem dedilhava o corpo de uma mulher que deseja. Os olhos fechados viam mais longe que qualquer um dos outros que se fixaram em ti. Soube desde aí que só podias ser meu.
E hoje que aqui estás ao meu lado, e dormes serenamente, percebi que te amo e te quero. Que sem ti eu estou em falta.
Encaixamos na perfeição, como duas metades da mesma concha. E já não me habituo a não te ter, a não ter o teu cheiro a fruta nos meus lençóis, aos post-its no frigorífico, às mensagens no espelho depois do banho…
Não deixes que o tempo apague da memória a nossa história, nem que os teus olhos verdes deixem de olhar na mesma direcção que os meus. E como dizia a Pam tu és o Pedro da minha vida. Para sempre e sem restrições.
1 comentário:
Também cá estás. Para sempre e sem restrições. Sabes disso.
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