Eu queria dizer-te, a sério que queria. Mas cada vez que te vejo a minha alma sofre um arrepio que me impede de qualquer manifestação vocal.
E se eu te disser podias começar a tratar-me de forma diferente, ou até afastares-te e isso era pior que morrer.
Hoje senti toda a tua presença ir muito mais além de tudo o que existe. Senti-te no preplexo da minha alma acariciando a base da minha existência.
O que sinto é muito profundo, completo e inexplicável. Cresce a cada dia que passa e a cada momento se transforma em algo mais puro e transcendente.
É algo mágico, fluído como a respiração e tão grande que quase em mim não cabe.
Tenho vontade de sair para a rua e gritar o teu nome, para ter a certeza que és real, e não fruto de uma imaginação que não me pertence mas que se apoderou de mim.
Às vezes a euforia é tanta que o meu corpo sofre uma descarga de energia que tenho de gastar instantaneamente, antes que esta me consuma a mim. Outras, sou envolvida por uma melancolia tão negra e compacta que dou por mim num estúpido monólogo de auto racionalização. Parece que perco toda a esperança…Mas não posso. A esperança é tudo o que tenho para além deste amor gigantesco, que, cada vez mais, penso ser inconcretizável.
Dói muito ter alguém cá dentro alojado de forma involuntária. Dói muito acordar todas as manhas e perceber que não me pertences, nem sequer em pensamento. Dói muito deitar-me todas as noites depois da frustração diária que é o não te ter. Mas parece que a dor é a única coisa que me dás… inconscientemente. Mas vou guardar este amor para mim. Vou protegê-lo e não vou deixar que esta dor o corrompa. E quando for muito velhinha, vou pegar nele e oferecê-lo a alguém que permita que ele não acabe. E depois disto, finalmente morrereiem paz.
E se eu te disser podias começar a tratar-me de forma diferente, ou até afastares-te e isso era pior que morrer.
Hoje senti toda a tua presença ir muito mais além de tudo o que existe. Senti-te no preplexo da minha alma acariciando a base da minha existência.
O que sinto é muito profundo, completo e inexplicável. Cresce a cada dia que passa e a cada momento se transforma em algo mais puro e transcendente.
É algo mágico, fluído como a respiração e tão grande que quase em mim não cabe.
Tenho vontade de sair para a rua e gritar o teu nome, para ter a certeza que és real, e não fruto de uma imaginação que não me pertence mas que se apoderou de mim.
Às vezes a euforia é tanta que o meu corpo sofre uma descarga de energia que tenho de gastar instantaneamente, antes que esta me consuma a mim. Outras, sou envolvida por uma melancolia tão negra e compacta que dou por mim num estúpido monólogo de auto racionalização. Parece que perco toda a esperança…Mas não posso. A esperança é tudo o que tenho para além deste amor gigantesco, que, cada vez mais, penso ser inconcretizável.
Dói muito ter alguém cá dentro alojado de forma involuntária. Dói muito acordar todas as manhas e perceber que não me pertences, nem sequer em pensamento. Dói muito deitar-me todas as noites depois da frustração diária que é o não te ter. Mas parece que a dor é a única coisa que me dás… inconscientemente. Mas vou guardar este amor para mim. Vou protegê-lo e não vou deixar que esta dor o corrompa. E quando for muito velhinha, vou pegar nele e oferecê-lo a alguém que permita que ele não acabe. E depois disto, finalmente morrereiem paz.
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