Eu tenho um amigo poeta
Que mora na minha cabeça.
É pessoa pequena e discreta
Que vive para que a vida aconteça.
Tem os olhos cor de cidreira.
E a pele cor de avelã.
Dança ao crepitar da lareira.
E é mais feliz pela manhã.
Ai! O meu amigo poeta
Tem uma sorte que eu não tenho:
Tanto pode voar num cometa,
Como ir ao outro lado do espelho.
Fala de amor com o vento,
E escreve cartas à Lua.
Se quiser viaja no tempo.
Quando quer dorme na rua.
Estando triste deita-se no mar,
Sorrindo o Sol aparece.
Não tem voz e sabe cantar,
E se chora depressa anoitece.
Deixa-me galopar contigo,
Num cavalo feito de quimera.
Não te demores, poeta amigo,
Que já não tarda a Primavera.
Leva-me nas tuas aventuras.
Amigo poeta, estende-me a mão.
Não tenho medo nenhum de loucuras.
Medo, só tenho da solidão.
Que mora na minha cabeça.
É pessoa pequena e discreta
Que vive para que a vida aconteça.
Tem os olhos cor de cidreira.
E a pele cor de avelã.
Dança ao crepitar da lareira.
E é mais feliz pela manhã.
Ai! O meu amigo poeta
Tem uma sorte que eu não tenho:
Tanto pode voar num cometa,
Como ir ao outro lado do espelho.
Fala de amor com o vento,
E escreve cartas à Lua.
Se quiser viaja no tempo.
Quando quer dorme na rua.
Estando triste deita-se no mar,
Sorrindo o Sol aparece.
Não tem voz e sabe cantar,
E se chora depressa anoitece.
Deixa-me galopar contigo,
Num cavalo feito de quimera.
Não te demores, poeta amigo,
Que já não tarda a Primavera.
Leva-me nas tuas aventuras.
Amigo poeta, estende-me a mão.
Não tenho medo nenhum de loucuras.
Medo, só tenho da solidão.
1 comentário:
Olá. Fiquei com curiosidade e vim ver. Gostei muito das tuas "divagações de pensamento", como o mestre lhes chamava:)E fiquei contente por saber que encontraste o teu caminho, a tua forma de te encontrar com o mundo. Dá-te por inteiro. Que desfragmentada já basta a "anima".
"Harsha loka",é o meu desejo.
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