O que eu mais gosto é de poder saborear as tuas palavras. Palavras com sentido e profundidade. Quase uma melodia silenciosa e ilógica. Como quem sente a face a queimar e não se move, como quem morde a língua e aprecia a dor.
Palavras que ficam, que se aprisionam e me invadem, constantemente.
Seja no papel, habilmente desenhado, ou através dos teus lábios esculpidos e perfeitamente delineados. O que eu quero é sabê-las e senti-las. Hoje ou amanhã.
Fechar os olhos e viajar a teu comando, seguir o rumo que queres. Viajar no tempo e espaço. Ao sabor da tua vontade.
Ser esta e aquela. Acabar vivendo ou morrendo. Ser tua e de ninguém. Tu decides. Tu escreves. A minha vida dança na ponta dos teus dedos.
A história é tua. As palavras tu escolhes. O meu destino também.
Palavras que ficam, que se aprisionam e me invadem, constantemente.
Seja no papel, habilmente desenhado, ou através dos teus lábios esculpidos e perfeitamente delineados. O que eu quero é sabê-las e senti-las. Hoje ou amanhã.
Fechar os olhos e viajar a teu comando, seguir o rumo que queres. Viajar no tempo e espaço. Ao sabor da tua vontade.
Ser esta e aquela. Acabar vivendo ou morrendo. Ser tua e de ninguém. Tu decides. Tu escreves. A minha vida dança na ponta dos teus dedos.
A história é tua. As palavras tu escolhes. O meu destino também.
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