Tenho andado a pensar em nós. E sabes? Chego sempre à mesma conclusão: que não foi perfeito, mas não poderia ter sido de outra maneira.
Nem sempre o que dissemos foi o mais correcto, nem sempre fomos adultos o suficiente para saber que só nos estávamos a magoar um ao outro. Nem sempre mostramos o que sentíamos. E deixamos que coisas secundárias como o orgulho ou a raiva se impusessem ao que tínhamos.
Nunca falei contigo tão abertamente, por culpa minha, eu sei. Estou a aprender agora a mostrar o que vai cá dentro, sem medo. Estou a aprender a confiar. Eu confiava em ti, nunca duvides, mas não tinha a capacidade de confiar o que vai cá dentro a ninguém.
Não quero agora relembrar mágoas antigas, mas também não me contavas o que se passava contigo, vivíamos vidas diferentes que nunca se manifestavam quando estávamos juntos. Nunca partilhamos alegrias, tristezas, desilusões… E foi isso que corrompeu com o que tudo o resto que era nosso.
Já não temos idade para mal entendidos. Temos que nos olhar de frente e trocar as armas por palavras, ainda que estas firam mais que as primeiras.
Não vamos mais atirar culpas que vão e vêm e nunca chegam a lado nenhum. Não vamos reacender a raiva que nos atirou para mundos diferentes.
Vamos tentar olhar um para o outro com a mesma ternura da primeira vez, sem gritos, sem apontar o dedo. Vamos cicatrizar as feridas que nos aplicámos, e começar de novo. Porque descobri que sem ti não valeu a pena.
Vivo sem ti, não sou patético para te dizer que não. Mas se for contigo será, com certeza, muito melhor.
Nem sempre o que dissemos foi o mais correcto, nem sempre fomos adultos o suficiente para saber que só nos estávamos a magoar um ao outro. Nem sempre mostramos o que sentíamos. E deixamos que coisas secundárias como o orgulho ou a raiva se impusessem ao que tínhamos.
Nunca falei contigo tão abertamente, por culpa minha, eu sei. Estou a aprender agora a mostrar o que vai cá dentro, sem medo. Estou a aprender a confiar. Eu confiava em ti, nunca duvides, mas não tinha a capacidade de confiar o que vai cá dentro a ninguém.
Não quero agora relembrar mágoas antigas, mas também não me contavas o que se passava contigo, vivíamos vidas diferentes que nunca se manifestavam quando estávamos juntos. Nunca partilhamos alegrias, tristezas, desilusões… E foi isso que corrompeu com o que tudo o resto que era nosso.
Já não temos idade para mal entendidos. Temos que nos olhar de frente e trocar as armas por palavras, ainda que estas firam mais que as primeiras.
Não vamos mais atirar culpas que vão e vêm e nunca chegam a lado nenhum. Não vamos reacender a raiva que nos atirou para mundos diferentes.
Vamos tentar olhar um para o outro com a mesma ternura da primeira vez, sem gritos, sem apontar o dedo. Vamos cicatrizar as feridas que nos aplicámos, e começar de novo. Porque descobri que sem ti não valeu a pena.
Vivo sem ti, não sou patético para te dizer que não. Mas se for contigo será, com certeza, muito melhor.
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